sábado, 15 de outubro de 2011

As merdas que o meu pai diz #3

Se, os carros, e outros veículos, fossem movidos a, não sei, badalhoquice e doenças venéreas com uma pitada de colesterol com celulite, a televisão portuguesa aos domingos era os Emirados Árabes Unidos.

Muitas boas noites, aaaaahh, pessoas e petizes(o que fazem vós crianças pequenas a ler isto? Os vossos pais deixam? É que isto tá cheio de palavrões!).
Eu tenho vindo a reparar que a nossa (usando aqui um termo muito puxadito) “t-e-l-e-v-i-s-ã-o” de horário nobre ao grande domingo, é, como é que posso por isto em termos menos ofensivos?…. Tudo menos nobre, dado que o primeiro canal está como que fechado a essa hora, ou seja, estamos limitados a gordos num lado e a gordurosos badalhocos no outro (aqueles de nós que não possuem mais canais ou não sabem que podem desligar a televisão e sei lá, ler um livro? Mas isso sou eu a dizer parvoíces).

Vamo-nos virar para os gordos por um bocadito, sim? Por acaso não precisam porque a gravidade faz isso por vossas excelentíssimas. Eu sei que já venho tarde neste assunto, mas para falar de obesos estou sempre lá, simplesmente porque é um conceito que não consigo atingir. A minha humilde pessoa achou que, mas calma com ele, que isto já são muitas presunções, os gordos da tv, eram a meio que, felizes. Mas enganaram-nos a todos, afinal eles não são felizes é tudo uma ilusão criada pela sociedade para não termos tanta pena, afinal há pessoas ali por baixo daqueles braços com 70% de gordura. Mas o que realmente me atinge nesta nova série, é, a balança. Essa rapariga maluca tem um humor, uuuuuuuiiiiii, é que é uma completa nova forma de tortura e de gozo. É que não diz logo o peso, não…, qual que, vai acima e depois desce, e depois sobe outra vez até chegar lá, aí que boooommmm. Para terminar, a frase que mais me toca é a seguinte “a minha actividade favorita é comer” como em, há pessoas que jogam à bola ou à sueca, eu é mais bolos.

Ora bem, eu costumo fazer isto às sextas e eu sei que hoje é sábado, mas apeteceu-me largar a rubrica hoje, só para contrariar e baralhar a vossa existência.

Indo até ao assunto, numa conversa com o, vá, vamos chamar-lhe Zappa Sr., em que eu lhe estive a contar como há pessoal amigo, neste caso amigas, que simplesmente não as consegues ver como nada mais que irmãs, e o shô Zappa, responde-me com a seguinte elucidação:
"Meu filho, se te encontrares com uma amiga tua, mas tão amiga que é como tua irmã, não te esqueças de cometer incesto".
Assimilado e posto em prática meu pai.

(a tentar obedecer ao novo acordo ortográfico).

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